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Com inadimplência recorde no país, consultar e registrar no SPC da ACIAI se torna essencial para proteger sua empresa
quinta, 18 de dezembro de 2025
O número de consumidores brasileiros com contas em atraso voltou a crescer em 2025 e acende um alerta para o comércio e para a economia do país. Dados do Indicador de Inadimplência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mostram que a inadimplência aumentou 8,93% em novembro de 2025 na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
Na passagem de outubro para novembro, o crescimento foi de 1,29%, confirmando a tendência de alta observada ao longo do ano. Ao todo, o levantamento estima que o Brasil encerrou novembro com 72,96 milhões de consumidores negativados, o equivalente a 43,74% da população adulta do país.
Segundo o estudo, a alta anual foi impulsionada principalmente por dívidas com tempo de atraso entre quatro e cinco anos, que registraram crescimento de 30,12%. Esse dado evidencia a dificuldade de parte dos consumidores em regularizar débitos antigos, que acabam se acumulando ao longo do tempo.
De acordo com o presidente da CNDL, José César da Costa, o cenário reflete um uso cada vez mais recorrente das linhas de crédito mais caras do mercado. “Percebe-se uma crescente dependência do cartão de crédito rotativo, do cheque especial e de empréstimos pessoais. Esse padrão empurra o consumidor para um ciclo em que a renda não acompanha o custo de vida, o crédito passa a ser utilizado apenas para fechar o orçamento e, quando ocorre atraso, o acesso às opções mais baratas desaparece”, avalia.
Perfil do endividamento
A análise por faixa etária revela que o grupo entre 30 e 39 anos concentra a maior participação entre os inadimplentes, representando 23,41% do total. Em relação ao gênero, os números seguem equilibrados, com 51,21% de mulheres e 48,79% de homens com restrições no nome.
Em novembro de 2025, cada consumidor negativado devia, em média, R$ 4.781,98, considerando a soma de todas as dívidas. Em média, cada inadimplente possuía débitos com 2,23 empresas credoras.
Os dados também indicam que uma parcela significativa das dívidas é de menor valor. Quase três em cada dez consumidores negativados (30,95%) possuíam dívidas de até R$ 500. Esse percentual sobe para 43,97% quando consideradas dívidas de até R$ 1.000, o que demonstra que pequenos valores acumulados acabam gerando restrições prolongadas.
Impactos regionais
O levantamento mostra que todas as regiões do país registraram crescimento da inadimplência na comparação anual. O Sul apresentou a alta mais expressiva, com avanço de 9,22%, seguido pelo Norte (8,62%), Sudeste (7,56%), Centro-Oeste (7,27%) e Nordeste (6,76%).
Em termos proporcionais, o maior percentual de inadimplentes está na região Centro-Oeste, onde cerca de 47% da população adulta possui alguma restrição no cadastro de crédito. Já a região Sul apresenta o menor índice proporcional, com cerca de 39,7% da população adulta negativada.
Dívidas também aumentam
Além do crescimento no número de consumidores inadimplentes, o volume total de dívidas em atraso no Brasil também apresentou alta significativa. Em novembro de 2025, o número de dívidas cresceu 14,81% em relação ao mesmo período de 2024. Na comparação mensal, de outubro para novembro, a elevação foi de 0,92%.
Entre os setores credores, o maior crescimento foi registrado nas dívidas com Água e Luz, que avançaram 23,78%, seguidas por Bancos (14,76%), Comunicação (9,93%) e Comércio (0,90%). Apesar do crescimento menor, o comércio ainda concentra parcela relevante das dívidas.
Em termos de participação no total, o setor bancário responde por 65,24% das dívidas em atraso no país. Na sequência aparecem Água e Luz (10,79%), Comércio (9,19%) e outros setores (9,11%).
Consumo pressionado
Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Júnior, o cenário mostra que o crédito tem sido utilizado principalmente como ferramenta de sobrevivência. “O consumidor está cada vez mais exposto a estímulos de consumo e, com o orçamento comprometido, pequenos imprevistos são suficientes para gerar novo endividamento. Diante de juros elevados, o efeito ‘bola de neve’ se instala rapidamente”, explica.
Esse contexto impacta diretamente o varejo, que passa a lidar com clientes mais sensíveis a preço, prazo e condições de pagamento, além de uma menor disposição para assumir compromissos financeiros de médio e longo prazo. O resultado é um ambiente de consumo mais cauteloso, com desafios tanto para consumidores quanto para empresas.
Fonte da pesquisa: https://app.rdstation.email/mail/25f6ea46-3752-44c4-8726-0ee28e0e206f?utm_medium=email&utm_campaign=release_indicador_inadimplencia_dezembro2025&utm_source=RD+Station
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