Observatório Social de Irati define diretoria

Diretoria, Conselhos Fiscal e Consultivo do OSI foram definidos em assembleia

Irati – O Observatório Social de Irati (OSI) realizou na última quinta-feira (22) assembleia de constituição da diretoria e conselhos que ficarão à frente da entidade voltada para a educação fiscal e o controle da qualidade na aplicação dos recursos públicos, pelos próximos dois anos.
A diretoria é composta por cinco cargos eletivos: presidente, vice-presidente para Assuntos Administrativo-financeiros, vice-presidente para Assuntos Institucionais e de Alianças, vice-presidente para Assuntos de Produtos e Metodologia, e vice-presidente para Assuntos de Controle Social.
Como presidente da entidade, foi eleito o membro do Rotary Club de Irati, Vanderlei Zarpellon. Ele irá representar o OSI ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, em suas relações com a administração pública e qualquer terceiro, praticando todos os atos referentes à realização de seus fins e à defesa e proteção dos direitos e interesses do OSI.
O segundo em ordem hierárquica da entidade é o vice-presidente para Assuntos Administrativo-financeiros. Para o cargo, foi eleito o também membro do Rotary, José Gabriel Cavalin, que será o responsável pelo registro e o zelo das contas, contratos e aquisições do OSI. Além disso, ele é o substituto imediato do presidente nas suas faltas e impedimentos
Como vice-presidente para Assuntos Institucionais e de Alianças, outro rotariano foi escolhido pela assembleia: Enezito Ruppel. A ele compete o trabalho de relacionamento, visando a integração e consolidação das parcerias com outras instituições.
O vice-presidente eleito para Assuntos de Produtos e Metodologia foi o auditor fiscal Robinson Oliveira que terá o trabalho de coordenação das ações do OSI relativas à aplicação da metodologia de trabalho no controle dos gastos públicos.
Por fim, o presidente da Associação Industrial, Comercial e Agropecuária de Irati (ACIAI), Rogério Luis Kuhn, se elegeu como vice-presidente para Assuntos de Controle Social. Kuhn fará o levantamento dos resultados do trabalho do OSI e a divulgação de seu impacto na mudança das políticas sociais, visando a maior participação da sociedade.
A diretoria se reunirá mensalmente para avaliação das atividades da entidade, deliberações necessárias à condução dos trabalhos, aprovação dos planos de ação e os balancetes mensais do Observatório e, extraordinariamente, sempre que necessário, por convocação do seu presidente ou pela maioria simples dos seus membros, consignando em ata suas decisões.
Já o Conselho Fiscal será representado pelos cidadãos Maria Terezinha Buiar Szwaidak, Orlando Luiz Azevedo e Walter Alexandro Silva. O Conselho se reunirá ordinariamente uma vez por ano ou, extraordinariamente, quando convocado pelo Conselho de Administração ou sempre que as ações do OSI venham a requerer, podendo opinar sobre os relatórios de desempenho financeiro e contábil, e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da entidade.
Por fim, a assembleia deliberou a composição do Conselho Consultivo, que é optativo de acordo com o estatuto. Porém, julgou-se necessário a existência do mesmo visto que o OSI ainda é incipiente e necessitará de toda a ajuda nestes primeiros anos. O conselho é composto por associados representantes de entidades sociais, instituições representativas de classe, organizações do Terceiro Setor, empresas privadas, legalmente constituídas e em atividade comprovada, que integrem o quadro de associados institucionais ou mantenedores, convidados pelo Conselho de Administração. Desta forma, foram convidados a fazerem parte do Conselho Consultivo a Associação dos Engenheiros Agrônomos de Irati, Fiep, Sindicato Patronal da Madeira, Maçonaria, Asilo Santa Rita, OAB, Sicoob Centro Sul, Rotary Club de Irati, Sindicato Rural de Irati, Unicentro Campus de Irati, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Adventista, Senai, Senac, Aciai e Associação Allan Kardec.
O presidente eleito, Vanderlei Zarpellon afirmou que a entidade irá “começar do zero”. Ele comparou a idealização do OSI com uma edificação. “Nós iremos construir um edifício, mas não temos tijolo, cimento, cal, terra e nem o engenheiro, por enquanto. Mas a vontade de construir é grande”, afirma.
Zarpellon ainda comentou sobre como seria benéfico se OSI não precisasse existir. “Seria excelente chegar a uma situação em que não encontrássemos nenhuma irregularidade na administração pública. Mas Winston Churchill disse uma vez: “O preço da paz é a eterna vigilância’”, comentou o presidente.

Texto e foto: Guilherme Capello, da Redação

Publicado na edição 647, 28 de novembro de 2012.